Hoje em dia, as notícias correm tão rápido... e nem sempre são notícias, muitas vezes é também alguma piada, uma foto, uma frase que seja. Qualquer coisa em que você pode pensar, você consegue encontrar na internet. Qualquer coisa. Mas será que isso é realmente bom? Será que isso só tem coisas boas a oferecer?
Se você espera alguma resposta de mim, esqueça: eu não sei. Quem sou eu pra saber? Mas tenho uma opinião à respeito: essa mania tecnológica está deixando as pessoas cada vez menos interessadas no mundo à nossa volta cada vez mais rápido. Parece um pouco radical, mas pensa comigo: você prefere sair e andar de bicicleta, por exemplo, ou assistir um vídeo de cinco minutos sobre isso? cinco minutos não, é muito grande. Ou então: prefere ir à uma biblioteca e ler um ótimo livro ou digitá-lo no Google e ter milhares de resultados de resumos em menos de um minuto? Prefere conversar com seus amigos ou passar horas no Facebook?
Hoje a tecnologia se tornou mais importante que as relações humanas.
Eu só me pergunto quando foi que shoppings e redes sociais se tornaram mais importantes que uma tarde de diversão na pracinha.
sábado, 29 de outubro de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Kit Gay
É, direto ao ponto.
É óbvio que é um assunto meio delicado (desculpe o trocadilho não-intencional), e gerou polêmica, não só no MEC, mas também entre pais, professores e alunos.
A principal questão é: afinal, é mesmo necessário fazer esse kit, enquanto a educação do país anda péssima?
Graças a Deus, a Dilma tem uma mínima ponta de bom senso: “O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais”, afirmou, após cerimônia de assinatura de termos de compromisso para a construção de 138 creches.
O principal argumento de quem está a favor do kit é que ele ajuda a mostrar que preconceito e discriminação é ruim, e que "não há nada de errado em ser gay". Não estou aqui para julgar, claro, mas esse material, para mim, parece mesmo uma propaganda de opções sexuais. Sinceramente, eu compreendo que é errado usar de violência pra quem é diferente de você, mas não faz nenhum sentido passar vídeos desse tipo em escolas, principalmente nas de ensino fundamental, onde as crianças ainda não têm muita noção do assunto e não têm consciência das conseqüências que aquilo pode acarretar para elas.
Num dos vídeos, aparecia uma insinuação de sexo, em que um garotinho oferece uma camisinha para outro; um outro vídeo continha um beijo lésbico. Agora, pensa comigo: para eles, mostrar isso é ensinar crianças a não serem preconceituosas; mas aposto que se mostrassem a mesma coisa, só que com pessoas de sexo oposto, seria considerado completamente inadequado, não é? Mas se alguém fala que esse tipo de material é inadequado para se passar em escolas, logo é tachado de homofóbico.
É claro que a escola deve ensinar que se deve respeitar as diferenças, mas penso eu que, quanto a isso, a responsabilidade maior é dos pais.
O que eu acho pior é que o orçamento para o kit é de 1,5 milhão de reais. Ah, se eles investissem isso na educação básica, em infraestrutura...
E o incrível é que a discussão sempre acaba em religião... Sou evangélica e não gosto de discutir religião.
Deus ama o pecador, mas não ama o pecado.
É óbvio que é um assunto meio delicado (desculpe o trocadilho não-intencional), e gerou polêmica, não só no MEC, mas também entre pais, professores e alunos.
A principal questão é: afinal, é mesmo necessário fazer esse kit, enquanto a educação do país anda péssima?
Graças a Deus, a Dilma tem uma mínima ponta de bom senso: “O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais”, afirmou, após cerimônia de assinatura de termos de compromisso para a construção de 138 creches.
O principal argumento de quem está a favor do kit é que ele ajuda a mostrar que preconceito e discriminação é ruim, e que "não há nada de errado em ser gay". Não estou aqui para julgar, claro, mas esse material, para mim, parece mesmo uma propaganda de opções sexuais. Sinceramente, eu compreendo que é errado usar de violência pra quem é diferente de você, mas não faz nenhum sentido passar vídeos desse tipo em escolas, principalmente nas de ensino fundamental, onde as crianças ainda não têm muita noção do assunto e não têm consciência das conseqüências que aquilo pode acarretar para elas.
Num dos vídeos, aparecia uma insinuação de sexo, em que um garotinho oferece uma camisinha para outro; um outro vídeo continha um beijo lésbico. Agora, pensa comigo: para eles, mostrar isso é ensinar crianças a não serem preconceituosas; mas aposto que se mostrassem a mesma coisa, só que com pessoas de sexo oposto, seria considerado completamente inadequado, não é? Mas se alguém fala que esse tipo de material é inadequado para se passar em escolas, logo é tachado de homofóbico.
É claro que a escola deve ensinar que se deve respeitar as diferenças, mas penso eu que, quanto a isso, a responsabilidade maior é dos pais.
O que eu acho pior é que o orçamento para o kit é de 1,5 milhão de reais. Ah, se eles investissem isso na educação básica, em infraestrutura...
E o incrível é que a discussão sempre acaba em religião... Sou evangélica e não gosto de discutir religião.
Deus ama o pecador, mas não ama o pecado.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
12:12
Eu acho esses números repetidos uma comédia.
São 12:12! Hehe...
Dizem que quando você olha pro relógio e a hora tá repetida, é porque tem alguém pensando em você. Eu sei, é só superstição, mas é incrível o número de pessoas que realmente acreditam nisso. Esse “dizem” é tão subjetivo... Quem disse? Aí você cai naquela velha história:
“Um conhecido do primo do melhor amigo do namorado da prima do meio-irmão do meu colega que me contou que...
-contou o quê?
-esse conhecido contou pro primo do moleque, que contou pra namorada, que contou que contou pro meio-irmão do meu colega, aí meu colega ficou sabendo e finalmente contou pra mim que um cara aí achou uma mosquinha num hambúrguer do McDonald’s™.
-mas esse cara aí tava falando a verdade ou ele só tava querendo acabar (um pouco mais) com a imagem do fast-food?
-você tá querendo dizer que o conhecido do primo do melhor amigo do namorado da prima do melhor amigo do meio-irmão do meu colega é mentiroso?
-não, não, mas parece que você nem conhece ele!
-e não conheço, mas se meu colega disse que contaram a verdade pra ele...”
Será que o “conhecido” simplesmente inventou essa história e o “primo” levou na inocência?
Se esse sujeito tiver sido ingênuo e tiver passado a história pra frente, ele simplesmente foi uma ferramenta do “conhecido” pra passar um falso acontecimento pra frente, e espalhar um boato que provavelmente irá rodar o mundo, pelo menos nos lugares onde existir uma filial da lanchonete.
Mas, se ele falou a verdade, e realmente tinha uma mosquinha no hambúrguer do cara, como fazer com que o seu interlocutor acredite na história?
questões da vida, cara.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Revoluções
Estranho pensar que após anos e anos sob o governo das mesmas pessoas, alguns países estejam pedindo, implorando por mudanças. Se você é uma pessoa bem informada, com certeza sabe que estou falando do Egito, da Tunísia, da Líbia, enfim, países muçulmanos que permaneceram por tanto tempo nas mãos de ditadores. Mas por quê? O que teria mudado o jeito de pensar deles de uma forma tão brusca?
Tenho a sensação de que todos esses lugares que estão passando por mudanças profundas estavam adormecidos numa ilusão de um regime que "dava certo", mas era ditatorial e um tanto quanto teocrático, e um dia, de repente acordaram. Como se de uma forma incrivelmente repentina todos eles adquirissem um ponto de vista completamente novo.
Só não entendo por que não perceberam isso antes...
Acho que existe uma certa expectativa dos países ocidentais que após esse período, tudo por lá ocorra incrivelmente bem e que a democracia se desenvolva de forma perfeita. Penso eu que essa esperança pode ser facilmente frustrada, embora seja um pouco cedo pra saber exatamente o que vai acontecer agora... mas acho que todo mundo sabe que antes de andar, tem que engatinhar, cair e até chorar... É bom que esses países estejam tentando aprender a andar democraticamente.
Que eles aproveitem o fim do peso desses governos que duraram décadas.
Agora é só esperar uma postura "nem Alá, nem EUA" de seus novos governantes.
Tenho a sensação de que todos esses lugares que estão passando por mudanças profundas estavam adormecidos numa ilusão de um regime que "dava certo", mas era ditatorial e um tanto quanto teocrático, e um dia, de repente acordaram. Como se de uma forma incrivelmente repentina todos eles adquirissem um ponto de vista completamente novo.
Só não entendo por que não perceberam isso antes...
Acho que existe uma certa expectativa dos países ocidentais que após esse período, tudo por lá ocorra incrivelmente bem e que a democracia se desenvolva de forma perfeita. Penso eu que essa esperança pode ser facilmente frustrada, embora seja um pouco cedo pra saber exatamente o que vai acontecer agora... mas acho que todo mundo sabe que antes de andar, tem que engatinhar, cair e até chorar... É bom que esses países estejam tentando aprender a andar democraticamente.
Que eles aproveitem o fim do peso desses governos que duraram décadas.
Agora é só esperar uma postura "nem Alá, nem EUA" de seus novos governantes.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Heróis?
Olha, não assisto Big Brother, mas leio Veríssimo (sim, li aquele texto que dizem ser de autoria dele. Não acredito que Veríssimo cometesse certos erros gramaticais que estão naquele texto, mas não importa...).
Você provavelmente já deve ter se cansado de escutar protestos de gente inconformada com a fala do Bial sobre os bbb's, mas mesmo se estiver cansado de ouvir os mesmos argumentos, convenhamos que eles têm razão.
Não estou aqui pra falar que herói é aquela pessoa que trabalha pra sustentar a família, porque isso seria uma perda de tempo... Afinal, disso você já sabe e também muitos já disseram, e sem contar que se eu me utilizasse dessa tese, esse texto seria apenas um eco de uma grande indignação de muitos brasileiros.
Mas, vamos além... Vamos pensar : por que alguém chamaria essas pessoas de heróis? Como um jornalista que cobriu grandes eventos, como a queda do Muro de Berlim, apresentaria um programa desse tipo? Seria por dinheiro? Fama? Bem, não sou eu quem pode responder...
Infelizmente, o Bial teve que falar uma besteira dessas pra que o povo acordasse e visse quão prejudicial é esse reality show. Tiveram que fazer 11 versões dessa droga para que as pessoas percebessem os valores, sob os quais fomos ensinados, sendo destruídos pouco a pouco. Pelo menos a população percebeu isso antes que nossa cultura e moral fossem apenas ruínas.
Embora ainda não saibamos quão profundas foram as seqüelas dos inúteis brothers e 'fazendeiros' na nossa sociedade, simplesmente fico feliz em saber que ainda existem muitos que não concordam com essa definição de herói.
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